Café Pioneiro do Paraná

CAFÉ PIONEIRO DO PARANÁ

 

Objetivo: Contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e do meio ambiente nas áreas rurais, formular e implementar coletivamente estraté­gias de gestão da produção de café, gestão ambiental e gestão agroecológica, que incorporem a pers­pectiva do planejamento territorial, da partici­pação, da troca de saberes e da sustentabilidade.
– Desenvolver metodologias capazes de promover a articulação institucional, horizontal e vertical em todos os níveis, de atuação conjunta das ins­tituições públicas, privadas e organizações da so­ciedade civil como forma de convergir nos terri­tórios os esforços setoriais financeiros, econômi­cos e sociais num processo integrado de gestão para o desenvolvimento local sustentável;
– Intervir no território promovendo o desenvol­vimento de processos da caracterização Institu­cional, para a melhoria da qualidade do meio ambiente e da vida da população que pos­sam ser incorporados pelas comunidades do meio rural e que promovam o uso de tecnologias ambientalmente corretas com ên­fases na segurança alimentar, certificação, melhoria da qualidade e melhoramento tecnológico e financeiro das unidades familia­res que realizam atividades agrícolas com café;
– Utilizar a comunicação e a educação populares de base como meio de promover a consciência e a cidadania ambiental e tecnológica nas organizações e famí­lias através do estabelecimento de espaços per­manentes de discussão e geração de propostas de recuperação, preservação e conservação de áreas impactadas negativamente pelas ações an­trópicas;
– Apoiar as iniciativas de pesquisas ambientais, de­senvolvimento de instrumentos e metodologias, identificação e facilitação de financiamentos nacionais e internacionais e créditos apropria­dos relacionados com a gestão produtiva e melhoramento da relação da relação direta com mercado justo (fair trade) e ambiental.

A Inclusão de mais produtores neste processo pode reforçar um processo de desenvolvimento Local, com a ATER, será possível realizar o suporte técnico para que os agricultores familiares tornem suas unidades produtoras certificadas para que possam acessar o benefício geográfico, ligado diretamente ao processo de segurança alimentar, qualidade e sustentabilidade da atividade cafeeira, na região Norte Pioneira do Paraná, onde estão as cidades de Carlópolis, Ibaiti, Tomazina, Ribeirão Claro, Siquera Campos, Abatia, Congonhinhas, Japira, São Jeronimo da Serra, Ribeirão do Pinhal, Santo Antônio da Platina, Nova Fátima e Salto do Itararé.    

PROPOSTA
A proposta visa levar até os produtores, conhecimento, novas tecnologias de produção, de processamento, (colheita, secagem, armazenamento), de segurança alimentar, conhecimento sobre custos de produção de café, tecnologias de baixo custo de produção e certificação e protocolos a seguir para aumento do valor do café produzido e comercializado.
Os caminhos para a abordagem crítica desses te­mas são vários: desde um processo permanente de participação da população nas decisões so­bre as ações antrópicas até mudanças conceitu­ais sobre a relação homem-natureza. Nesse sen­tido, a construção social e participativa de com­promissos com a sustentabilidade torna-se o es­forço básico da estratégia da ação de gestão am­biental rural.
Um dos pontos prioritários será o trabalho para o acesso ás oportunidades de inovação tecnológica pela juventude, focadas na possibilidade de implementação de projetos voltados para as políticas públicas.
Apontar caminhos para o enfrentamento dos problemas
Através de assistência técnica e a extensão rural, a proposta é sensibilizar os agricultores sobre as formas mais adequadas para enfrentamento da situação do café, como uso conjunto de tecnologias já existentes e aplicadas em casos de sucesso na própria região, que aumentam a produtividade e agregam na qualidade, além de realizar a capacitação de provadores de café nas comunidades mais pobres.
Exemplificar modelos de produção, certificação e comercialização de outros produtores também familiares, participantes de projetos com foco em qualidade na mesma região, como troca de experiência, e intercâmbio de sucesso da pequena Unidade Produtiva.

METODOLOGIA
A metodologia adotada nesta proposta contempla as recomendações indicadas na Chamada Pública SAF/ATER e a expertise da proponente e gestores na implementação de projetos e da larga experiência da Equipe Técnica acumulada em projetos de cafeicultura em propriedades familiares.
Esta metodologia tem como finalidade proporcionar o desenvolvimento e a profissionalização da gestão dos empreendimentos, para viabilizar soluções para acompanhar as Unidades de Produção Familiar a partir dos Planos de Desenvolvimento Comunitário e os Planos Produtivos, Econômico e Ambiental das Unidades de Produção Familiar.

Eixos estratégicos da Chamada Pública de ATER
Organização e estruturação sócioprodutiva e ambiental das UPFs, considerando a diversificação de produção e renda, segurança alimentar e nutricional das famílias;
Disponibilização e geração de tecnologias sustentáveis e adequadas aos agricultores familiares;
Potencialização do acesso a mercados locais e regionais, institucional, diferenciados entre outros;
Articulação e implementação de políticas públicas para a agricultura família;
Todo agricultor familiar tem em seu conjunto de práticas técnicas de natureza econômica, social e ambiental coerentes com a sua realidade e finalidade do seu sistema de produção, uso do solo e com as suas necessidades essenciais, que compatibilizam os objetivos familiares com o meio ambiente e a interação produtiva é que determina a cada um deles as razões que permitem explicar por que atuam de maneiras diferentes entre si e em relação ao agricultor capitalista.
Assim, para o entendimento da lógica da produção familiar é necessário que consigamos visualizar a autonomia produtiva com o grau de relação familiar. É necessário caracterizarmos as unidades produtivas dentro de conceitos e critérios que atendam as necessidades e interesses dos agricultores familiares. Dentro destes critérios sócio-econômicos e ambientais destacam-se os sistemas de produção familiar; os sistemas fundiários que permitem o acesso a terra; e os sistemas de organização sócios familiares que se configuram na contradição da subordinação versus autonomia.
Esta visão e o entendimento destes conceitos nos remetem a análises e avaliações de natureza simplesmente econômica para entendermos as relações entre a organização interna da produção dos agricultores de base familiar e o mundo externo de natureza essencialmente capitalista.
A lógica da produção familiar está centrada na diversificação e integração de atividades vegetais, animais, de transformação primária e de prestação de serviços e, por trabalharem em menores escalas, pode ser a chave para representação de um modelo de desenvolvimento de uma agricultura de natureza sustentável (social, econômica e ambiental).
O universo da agricultura familiar no Brasil é extremamente heterogêneo e inclui, desde famílias muito pobres, que detém, em caráter precário, um pedaço de terra que dificilmente pode servir de base para uma unidade de produção sustentável até famílias com grande dotação de recursos ― terra, capacitação, organização, conhecimento etc.
Neste sentido, embora a utilização da categoria “agricultura familiar” seja útil e desejável para fins de política, é preciso assumir as consequências da reconhecida diferenciação dos agricultores familiares, e tratá-los como de fato o são: diferentes entre si, não redutíveis a uma única categoria simplesmente por utilizarem predominantemente o trabalho familiar.
Com o passar no tempo, após inicio da execução do projeto, a Terceira Via buscará incluir agricultores formadores na equipe técnica, dentro do percentual proposto no edital.

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